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Num momento de contenção de gastos e alerta do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE/RO) a prefeitos que ultrapassaram os limites prudenciais estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), Eduardo Japonês (PV) faz o inverso e aumenta o número de cargos comissionados na prefeitura de Vilhena.
Findando o nono mês de administração, Japonês não conseguiu enxugar a máquina pública, conforme prometido no início de seu mandato.
Na oportunidade, em entrevista ao Extra de Rondônia, prometeu que contrataria apenas 250 cargos, mas a meta não foi atingida e sua assessoria explicou que foi devido à falta de funcionários efetivos no município (leia AQUI). Porém, garantiu que esses cargos comissionados são com valores mais baixos do que à antiga gestão.
Distante da promessa, Japonês superou até contratações feitas por ex-gestores e a prefeitura de Vilhena agora conta com 550 servidores comissionados (539 servidores e 11 secretários). Os dados estão registrados na página do Portal da Transparência da própria prefeitura.
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O número é superior a de outros municípios que apresentam características semelhantes, como é o caso de Cacoal. Por lá, a prefeita Glaucione Rodrigues Neri (MDB) nomeou só 263 comissionados (251 servidores e 12 secretários).
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Pela promessa que fez à reportagem do Extra de Rondônia, via áudio, Japonês reduziria 40% dos cargos. Lembre AQUI