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Efetivos da PM estiveram na Câmara de Cacoal / Foto: Divulgação
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Uma situação inusitada aconteceu nesta segunda, 04, na Câmara Municipal de Cacoal.

A Polícia Militar (PM) interferiu no trabalho legislativo, na sessão que estava suspensa, colocando na cabine de sonoplastia um servidor que havia sido exonerado pelo presidente Valdomiro Corá (MDB).

O Capitão diz que cumpria ordens, mas o Comandante do 4°BPM, Coronel Vian, disse que não ordenou nenhuma ação, a não ser manter a ordem no local.

O caso envolve decisão de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) que retirou Magnison da presidência do Legislativo e reestabeleceu a antiga Mesa liderada por Corá.

Em vídeos compartilhados nas redes sociais, um efetivo da PM aparece orientando os parlamentares e afirmando que “estou mantendo o funcionamento do órgão estabelecido”.

Para o vereador Paulo Henrique, que é advogado, na ação, houve abuso de autoridade da PM por decidir apoiar a Mesa deposta descumprindo decisão de ministro do STF. “O vereador Magnison desafiou o Judiciário, dizendo que prefere pagar a multa de R$ 8 mil estabelecida pela Justiça de Cacoal do que entregar a Mesa Diretora ao vereador Corá. Deixou claro que vai realizar sessão e que é ele o presidente da Câmara”, denuncia Paulo Henrique.

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