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Raffael Sadrek/Foto: Divulgação
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O clínico geral da UPA de Vilhena, Dr. Raffael Sadrek, veio a público contestar uma acusação que considerou leviana e infundada por parte de uma pessoa a quem sequer teve contato durante o atendimento que gerou a polêmica.

Entenda o caso: Na manhã de terça-feira, 18, um idoso foi atendido na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Vilhena, por volta das 6 horas. O paciente, acompanhado de sua esposa de aproximadamente 60 anos, recebeu atendimento conforme os protocolos estabelecidos. No entanto, três dias após o atendimento, a filha do paciente, que não estava presente na sala vermelha, enviou uma mensagem via WhatsApp para um programa do SBT em Vilhena, alegando que o médico havia feito um comentário assedioso contra ela durante o atendimento.

A apresentadora leu a mensagem ao vivo, que dizia: “após o atendimento, o médico disse que se ficasse com saudade desse loiro de olhos azuis, que voltasse”. Em seguida, ela proferiu palavras de baixo calão, ofendendo a honra do médico publicamente, que trabalha na UPA há mais de um ano. A transmissão ao vivo do programa alcançou milhares de telespectadores simultaneamente, gerando uma repercussão negativa que pode prejudicar a imagem pública do profissional.

Indignado com as acusações que considerou falsas, Dr. Rafael registrou um boletim de ocorrência contra a filha do paciente e a apresentadora do programa, por calúnia, injúria e difamação. Ele informou que já contratou um advogado para mover uma ação de reparação dos danos morais contra as duas envolvidas e, solidariamente, o veículo de comunicação. O médico também solicitará judicialmente as imagens de segurança da unidade de saúde para provar que a denunciante não esteve na sala vermelha e não abordou o médico nos corredores.

Além disso, Dr. Rafael procurou os meios de comunicação para contestar a versão apresentada, garantindo ter testemunhas vivas do caso e destacando que as imagens, quando liberadas pela justiça, farão justiça ao ocorrido. Ele afirma que as provas serão elucidadoras dos fatos e garantirão que sua reputação seja restabelecida. “Na mensagem ela afirma categoricamente que falou comigo e que eu teria dito a frase de assédio a ela, no entanto, a um veículo de comunicação da cidade, ela mudou a versão, dizendo que foi à mãe dela, que tem mais de 60 anos. Esta contradição já mostra claramente a intenção dela”, disse o médico, revoltado.

Os crimes de calúnia, injúria e difamação estão previstos no Código Penal brasileiro, nos artigos 138, 139 e 140. A calúnia se configura quando alguém imputa falsamente um crime a outra pessoa, sabendo que a acusação é falsa. A difamação envolve a imputação de fato ofensivo à reputação de alguém, enquanto a injúria diz respeito a ofensas à dignidade ou ao decoro de uma pessoa. As penas para esses crimes variam de detenção de 6 meses a 2 anos para calúnia e difamação, e de 3 meses a 1 ano para injúria, além de multas. Além disso, os responsáveis podem ser obrigados a indenizar a vítima por danos morais.

Vários profissionais têm enviado mensagens de apoio ao médico, condenando a atitude da filha do paciente e da apresentadora do programa. A expectativa é que o processo judicial traga justiça e sirva de exemplo para evitar futuras situações semelhantes. Enquanto aguarda o desenrolar do caso, Dr. Rafael segue desempenhando suas funções na UPA de Vilhena, comprometido em prestar um atendimento de qualidade e recuperar sua reputação profissional arranhada pelo episódio.

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