
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que a paralisação das obras no trevo da BR-364, em Vilhena, ocorreu devido à interferência de uma rede elétrica de 69 kV pertencente à concessionária Energisa.
A informação consta em ofício encaminhado pela Superintendência Regional do DNIT em Rondônia à Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Rondônia (FACER), em resposta a questionamentos sobre a interrupção das obras no local.
De acordo com o documento, assinado pelo superintendente regional do DNIT, André Lima dos Santos, a rede elétrica instalada na área da obra impede o avanço de parte dos serviços previstos no projeto.
A situação está sendo tratada nas esferas judicial e administrativa, enquanto a concessionária Energisa elabora o projeto necessário para a remoção da rede de energia que passa pelo trecho.
Segundo o DNIT, o prazo para conclusão desse processo pode chegar a até 540 dias, contados a partir de dezembro de 2025.
Mesmo com a interferência da rede elétrica, o órgão informou que algumas atividades foram retomadas no canteiro de obras, como a produção de peças pré-moldadas que serão utilizadas na estrutura do trevo.
O DNIT também destacou que estuda soluções provisórias que possam permitir o avanço de outras etapas do projeto enquanto a questão da rede elétrica é solucionada.
Outro fator apontado pelo órgão é o período de chuvas, que pode impactar o ritmo dos trabalhos e exigir ajustes no cronograma de execução.
Conforme o ofício encaminhado à FACER, a continuidade plena das obras no trevo da BR-364 em Vilhena depende da solução da interferência causada pela rede elétrica da Energisa. O DNIT afirma que acompanha o andamento do processo e busca alternativas para viabilizar o avanço dos trabalhos assim que as condições técnicas permitirem.












