quinta-feira, 11 de junho de 2026.

Hildon pagou dívida milionária e ainda deixou prefeitura com os cofres cheios

Hildon Chaves destaca que a classificação de rating “triplo A” alcançada em sua administração / Foto: Divulgação

O ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, ao assumir o cargo, em 2017, encontrou o município com uma dívida estimada em R$ 585 milhões, referente às administrações anteriores da capital.

“A prefeitura não tinha mais crédito na praça, nem para comprar um pneu de bicicleta”, recorda Hildon. “Porto Velho tinha uma série de obras inacabadas e nem um centavo para fazer investimentos”.

Ao deixar a prefeitura, no final de 2024, Hildon já havia equacionado todas as dívidas e ainda deixou R$ 400 milhões nos cofres do município. A nota de Porto Velho passou para “Triplo A”, a mais alta no ranking de crédito, possibilitando acesso a toda gama disponível de investimentos com aval do Governo Federal. “Fizemos uma gestão bem ajustada e deixamos uma prefeitura financeiramente saudável”, ressalta Hildon.

Atual pré-candidato ao Governo do Estado pela Federação União Progressistas, Hildon explica que não houve “nenhum milagre” durante seus oito anos como prefeito. “Apenas colocamos em prática os dois pilares que considero fundamentais: a gestão de qualidade e o combate permanente à corrupção”, ensina. “Acrescento ainda um olhar atento à população e o desejo de cuidar das pessoas”, diz Hildon, que antes de entrar para a política, exerceu por mais de 20 anos o cargo de promotor de Justiça do Estado.

SALÁRIOS CORRIGIDOS

Em seus dois mandatos, Hildon corrigiu os salários dos servidores anualmente pelo índice oficial de inflação. “Recebemos a prefeitura com um percentual de comprometimento de 54% do orçamento com salários. Ao final de oito anos, entregamos o município com um percentual de 46%, liberando uma fatia considerável de recursos para a nova administração pagar os salários do funcionalismo”.

Além da questão salarial, o ex-prefeito realizou obras que eram aguardadas há muito tempo pela população. “Fizemos a nova rodoviária em apenas um ano e meio, concluímos as obras nos viadutos que atormentavam os cidadãos e pareciam ser insolúveis, asfaltamos mais de 800 quilômetros de vias da capital e substituímos as antigas lâmpadas a vapor por mais de 120 mil lâmpadas de Led, gerando uma economia mensal de R$ 2 milhões que se perpetua até hoje”.

Hildon também administrou diversas crises, como a falta de transporte escolar adequado para milhares de estudantes residentes nos distritos da capital. “Na época, nós adquirimos uma frota com 162 ônibus novos, para atender 6.400 alunos da rede pública municipal”, relembra. “Pagamos à vista, utilizando apenas recursos da prefeitura, para resolver uma questão que consideramos fundamental, que é a educação de crianças e jovens”.

Outro exemplo de gerenciamento de crises foi a reabilitação completa da EMDUR – Empresa de Desenvolvimento Urbano de Porto Velho. “A EMDUR não conseguia andar com as próprias pernas, pois dependia da ajuda da Prefeitura até pra pagar a folha de salários”, diz o ex-prefeito. “Recuperamos a empresa e hoje a EMDUR tem receita própria suficiente para fazer investimentos e pagar suas contas sem depender de nenhuma ajuda externa”.

“TRIPLO A”

Hildon Chaves destaca que a classificação de rating “triplo A” alcançada em sua administração é restrita a pouquíssimos municípios do país. “Talvez menos de meia-dúzia”, enfatiza. “Além disso, a cada real que obtivemos de empréstimo para o município, conseguimos pagar quatro reais relativos às dívidas das administrações anteriores, isso também é bastante relevante”, ressalta o ex-prefeito.

Ao finalizar seu mandato, Hildon deixou Porto Velho com uma capacidade de investimento próxima de R$ 600 milhões, já autorizada pelo Governo Federal. “Além disso, havíamos feito uma operação de crédito de R$ 100 milhões, dos quais investimos R$ 10 milhões, ou seja, deixamos R$ 90 milhões disponíveis para obras estruturais, de longo prazo, além de R$ 30 milhões na conta da EMDUR, recursos oriundos do Banco do Brasil para realização de obras públicas”.

“Importante também dizer que o município ficou com um superávit de R$ 280 milhões na conta do tesouro, ou seja, foram pagos todos os empenhos, todas as dívidas restaram quitadas e sobrou esse valor na conta principal do município”, diz o ex-prefeito. “Também tivemos um superávit na conta da Educação, de mais R$ 78 milhões, e na conta da Saúde, com mais R$ 45 milhões. Somadas as três contas principais da Prefeitura, houve um superávit de R$ 400 milhões para investir em benefício da população”, explica Hildon.

Considerando que foram pagos R$ 585 milhões em dívidas das gestões anteriores, mais um superávit de R$ 400 milhões, sob os oito anos da administração de Hildon Chaves, a Prefeitura de Porto Velho teve um resultado positivo próximo da casa de R$ 1 bilhão. “Todos estes números estão disponíveis nos balanços da Prefeitura e podem ser consultados no Portal da Transparência”, finaliza.

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