Bruno Scheid (PL), escolhido por Jair Bolsonaro para disputar uma das vagas ao Senado por Rondônia, atacou Lula (PT) após o presidente falar em ganhar as eleições para manter Bolsonaro preso. “É um criminoso”, disparou o candidato, que questionou se a declaração seria uma admissão de atuação conjunta com o STF contra o ex-presidente.
Scheid acusou Lula de revelar a motivação política por trás da prisão de Bolsonaro e sustentou que o ex-presidente não cometeu o crime que lhe foi atribuído. Para o candidato, a declaração reforça sua denúncia de perseguição ao principal nome da direita brasileira. “Isso tem que acabar”, afirmou. “Justiça não pode ser tratada como instrumento de disputa eleitoral”, declarou Bruno. O candidato condenou a tentativa de associar a vitória nas urnas à permanência de um adversário na cadeia e defendeu que as instituições atuem com independência, sem servir a interesses eleitorais.
Bruno também cobrou explicações de Lula. “O Brasil não pode normalizar declarações como essa. Quando o próprio presidente da República fala em vencer uma eleição para manter um adversário político preso, o brasileiro tem todo o direito de questionar e cobrar explicações”, afirmou.
Ao defender o respeito à Constituição e às garantias de todos os brasileiros, Scheid voltou a condenar o que considera uma escalada de perseguição política. “Chega de transformar o país em um campo permanente de perseguição e confronto político. O Brasil precisa de equilíbrio entre os Poderes, segurança jurídica e respeito à Constituição.”










