
Um policial penal foi condenado a 18 anos de prisão pelo homicídio de um policial militar e morreu após reagir à ordem de prisão nesta terça-feira, 10 de março.
O julgamento ocorreu no Tribunal do Júri de Porto Velho, com atuação do Ministério Público de Rondônia (MPRO).
O réu, Fabrício Borges Mendes, de 43 anos, acompanhou a sessão de forma online, da cidade de Machadinho do Oeste. Após a leitura da sentença, foi expedida ordem de prisão imediata. Ao resistir à abordagem da Polícia Militar para cumprimento do mandado, ele efetuou disparos contra a guarnição e acabou baleado.
O julgamento foi conduzido no Tribunal do Júri da capital. O Ministério Público foi representado pelo promotor de Justiça Marcus Alexandre de Oliveira Rodrigues.
Durante o julgamento, os jurados reconheceram a responsabilidade do réu pelo homicídio do policial militar Francisco Garcia Galvão e acolheram as qualificadoras apresentadas pelo MPRO, de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
O crime ocorreu em 2013, em Porto Velho. Na ocasião, a vítima foi atingida por seis disparos de arma de fogo.
Com base na decisão do júri, a Justiça fixou a pena em 18 anos de prisão.
Acompanhamento remoto
Fabrício Borges Mendes não estava presente no plenário do tribunal. Ele acompanhou o julgamento por meio de videoconferência, a partir de Machadinho do Oeste.
Após a leitura da sentença, a Promotoria de Justiça do município acionou a Polícia Militar para cumprir a ordem de prisão.
Resistência à prisão
Durante a tentativa de cumprimento da ordem judicial, o agente penitenciário reagiu à abordagem policial e efetuou disparos contra a guarnição da Polícia Militar.
Os policiais reagiram à agressão. O homem foi atingido, socorrido e levado ao hospital do município, mas não resistiu aos ferimentos.












