
O Grupo Chavantes divulgou, na noite desta terça-feira (21), uma nota de esclarecimento sobre a demora registrada no atendimento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Vilhena (leia mais AQUI).
Segundo a instituição, a situação foi provocada por um aumento excepcional no número de pacientes classificados como amarelos pelo Protocolo de Manchester, casos que exigem maior atenção médica e acabam ampliando o tempo de espera.
De acordo com a nota, esse cenário impactou diretamente o atendimento de pacientes classificados como azuis, considerados de baixa complexidade e que, conforme o fluxo da rede pública de saúde, deveriam ser atendidos preferencialmente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
Em relação à informação de que um paciente teria sido encaminhado ao Hospital Regional para realizar exame de raio X, o Grupo Chavantes informou que não foi possível confirmar o caso, já que a identidade do paciente não foi informada. A instituição ressalta que o novo equipamento de raio X da UPA está em funcionamento desde a última sexta-feira (17), com plena capacidade operacional.
A nota também destaca que os intervalos de descanso dos profissionais de saúde não comprometeram o atendimento e reforça que a sobrecarga ocorreu em razão do elevado volume de pacientes que procuraram a unidade para demandas que poderiam ser resolvidas na atenção básica.
Ainda conforme o Grupo Chavantes, a expectativa é que a inauguração de uma nova Unidade Básica de Saúde contribua para reduzir a demanda na UPA e melhorar o fluxo de atendimentos. A instituição afirma que, no período da noite, o movimento na unidade já havia sido normalizado, com os atendimentos ocorrendo dentro dos prazos previstos pelo Protocolo de Manchester.














