
Duas devotas de Vilhena, Elisangela Almeida da Silva e Edilene Araújo, participarão novamente da Romaria Tributo e Gratidão a Nossa Senhora Aparecida, realizada em Tangará da Serra, no estado do Mato Grosso.
A peregrinação está marcada para o dia 31 de outubro, com início às 17h, e previsão de encerramento às 8h de 1º de novembro. O percurso tem aproximadamente 40 quilômetros.
A romaria, reconhecida como Patrimônio Cultural e Imaterial do município de Tangará da Serra, reúne fiéis que percorrem o trajeto como manifestação de fé, agradecimento e devoção a Nossa Senhora Aparecida.
As duas amigas já participaram de edições anteriores e retornarão neste ano para renovar seus propósitos religiosos.
Em relato ao Extra de Rondônia, Elisangela contou que esta será sua terceira participação, enquanto Edilene estará na quarta edição.
Ela afirmou que a caminhada tem um significado especial para as duas, que enfrentam desafios pessoais e encontram na espiritualidade uma fonte de força para seguir em frente.
FÉ DURANTE O TRATAMENTO CONTRA O CÂNCER
Edilene afirma que é paciente oncológica e enfrenta o tratamento contra o câncer. A participação na romaria representa um momento de fé, gratidão e fortalecimento espiritual diante das dificuldades enfrentadas.
Ela participa da peregrinação buscando forças para continuar enfrentando os desafios relacionados à saúde, tendo na fé uma fonte de esperança.
As duas amigas veem na caminhada uma oportunidade de renovar a espiritualidade e encontrar forças para seguir adiante.
ELISANGELA CONVIVE COM DOR CRÔNICA E PROGRESSIVA HÁ DEZ ANOS
Ao site, Elisangela disse que convive há dez anos com dor crônica e progressiva. A condição faz parte dos desafios que enfrenta diariamente, e ela encontra na fé uma forma de buscar força para continuar com suas atividades e lidar com as dificuldades.
A devota pretende participar novamente da romaria como forma de expressar gratidão e renovar a esperança. Para ela, a caminhada também representa uma oportunidade de compartilhar sua experiência e demonstrar a importância da espiritualidade diante dos desafios pessoais.
Elisangela relatou ainda que enfrentou uma situação que considera intolerância religiosa após participar da caminhada no ano passado. Ela perdeu o emprego dois dias depois da peregrinação e atribui o desligamento à sua manifestação de fé. O caso foi relatado à reportagem, mas não houve confirmação independente das circunstâncias do desligamento.
Apesar das dificuldades, as duas pretendem percorrer novamente juntas o trajeto até Tangará da Serra. Para Elisangela, a amizade e o apoio mútuo tornam a experiência ainda mais significativa.
Para as amigas vilhenenses, a participação deste ano será mais uma oportunidade de agradecer, renovar a fé e seguir enfrentando os desafios pessoais com esperança. “É pela fé mesmo. A gente vem renovada”, resumiu Elisangela ao falar sobre o significado da caminhada.









