
Moradores da Rua Esmeraldina Assunção Alves, localizada no bairro Bodanese, em Vilhena, procuraram a redação do Extra de Rondônia neste sábado, 7 de novembro, para denunciar a situação de risco à saúde pública provocada por um imóvel no local.
A propriedade, que aparenta ser utilizada como depósito, abriga uma piscina desativada repleta de água parada.
Conforme apurou a reportagem do Extra de Rondônia, os denunciantes afirmam que a estrutura se tornou um grande criadouro do mosquito Aedes aegypti — transmissor da dengue, zika e chikungunya —, além de abrigar outros tipos de insetos e animais peçonhentos.
A preocupação da vizinhança é grande, visto que o município enfrenta um aumento nos casos de arboviroses, sobrecarregando os serviços de saúde, como a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).
Uma moradora das proximidades informou já ter registrado denúncias formalmente junto ao setor de vigilância em saúde e endemias da prefeitura, contudo, até a publicação desta reportagem, nenhuma medida fiscalizatória ou sanitária foi adotada na propriedade.
Diante disso, a comunidade pede uma intervenção urgente do poder público para que o proprietário seja notificado e responsabilizado pela manutenção do espaço.
Responsabilidade dos proprietários
Vale ressaltar que a manutenção e a limpeza regular de imóveis — sejam eles habitados, comerciais, depósitos ou terrenos baldios — é uma obrigação legal e social do proprietário.
O acúmulo de água parada em piscinas desativadas, recipientes descobertos, calhas e entulhos representa uma grave infração sanitária, pois coloca em risco toda a vizinhança.
Evitar a proliferação do mosquito da dengue é um dever coletivo, e a eliminação de potenciais focos dentro de cada propriedade é o passo mais eficaz para impedir surtos de doenças na comunidade.











