quinta-feira, 21 de maio de 2026.

VÍDEO: ex-vereador vilhenense se manifesta e afirma que discute taxas e juros abusivos na justiça em caso de suspensão de CNH por dívida

Pagani diz que não é candidato e não mora mais em Rondônia
Pagani diz que não mora em Rondônia e não é candidato / Foto: Divulgação

Após a divulgação da decisão judicial que determinou a suspensão de sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) por dívida com uma cooperativa de crédito, o ex-vereador de Vilhena, Dhonatan Pagani, encaminhou, na tarde desta quinta-feira, 21, um vídeo ao Extra de Rondônia comentando o caso.

Na gravação, Pagani afirmou que não se considera “caloteiro” e alegou que a dívida está sendo discutida judicialmente por discordar das taxas e juros cobrados pela instituição financeira.

Segundo ele, milhões de brasileiros enfrentam situação semelhante diante do atual cenário econômico do país. “Então quer dizer que os milhões de brasileiros que não concordam com taxas e juros abusivos de bancos e instituições financeiras são caloteiros? Pessoas que discutem suas dívidas na Justiça são caloteiras?”, questionou.

O ex-parlamentar também declarou estar impressionado com o que classificou como tentativa de desgaste de sua imagem pública. “É uma discussão jurídica e financeira que está sendo feita na Justiça. Eu fico impressionado com a capacidade de tentar manchar a imagem de alguém por conta de uma questão pessoal”, afirmou.

Ele afirmou ainda que seus advogados seguem atuando no processo para discutir os valores cobrados judicialmente. “Dívida a gente paga. E quando não concorda, discute na Justiça. Meus advogados estão tratando disso para que seja pago aquilo que é justo”, declarou.

Ao final, o ex-vereador insinuou que pessoas incomodadas politicamente estariam estimulando a divulgação do caso. “Pelo visto estão tentando de todo modo trazer isso para o público. Talvez tenha alguém incomodado ou com medo de alguma coisa”, concluiu.

O CASO

A suspensão da CNH foi determinada pelo juiz Andresson Cavalcante Fecury, da 1ª Vara Cível de Vilhena, no processo de execução movido pelo Sicoob Credisul. A Justiça entendeu que, após diversas tentativas frustradas de localização de bens e valores, seria cabível a adoção de medidas coercitivas previstas no Código de Processo Civil (leia mais AQUI).

 

 

 

 

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