A Frente Parlamentar Evangélica (FPE) no Congresso Nacional saiu em defesa do senador e candidato ao Governo de Rondônia Marcos Rogério (PL) após o projeto do Museu da Bíblia ser alvo de críticas durante o debate entre os candidatos realizado na noite desta terça-feira (1º), na Rema TV.
Em nota divulgada nesta quarta-feira (2), a entidade esclareceu o valor destinado pelo parlamentar à iniciativa e destacou sua atuação na defesa da fé e dos valores cristãos.
O assunto foi levantado pelo candidato Adailton Fúria (PSD) durante o debate. Na nota, a Frente classifica como “absolutamente falsas” as informações de que Marcos Rogério teria destinado R$ 14 milhões em emendas para a construção do Museu da Bíblia. Segundo a entidade, a contribuição do senador foi de aproximadamente R$ 480 mil, enquanto o montante superior a R$ 14 milhões resultou da participação de diversos parlamentares.
Os documentos referentes ao empreendimento detalham a destinação feita por Marcos Rogério em R$ 483.214,19. O valor integra o Contrato de Repasse nº 903915/2020, celebrado em dezembro de 2020, que reúne R$ 14,125 milhões para a primeira etapa do projeto.
A iniciativa contou com emendas de parlamentares de diferentes estados, entre eles integrantes da Frente Parlamentar Evangélica. Na nota, a entidade ressalta a importância do espaço e afirma que “o Museu da Bíblia em Brasília é uma obra fundamental para preservar o legado da Palavra de Deus para as futuras gerações em todo o Brasil”.
O documento, assinado pelo deputado federal Gilberto Nascimento, presidente da FPE, também manifesta apoio a Marcos Rogério e destaca sua atuação em pautas ligadas à fé, à família e à liberdade religiosa. A Frente afirma ser grata à “coragem e à firmeza” do senador na defesa desses valores.
Essa trajetória também encontra reflexos nas propostas apresentadas por Marcos Rogério para Rondônia. No Plano de Governo 2027–2030, o candidato estabelece entre seus compromissos a defesa da vida e o bem-estar da família. A cultura também integra os eixos do documento, com propostas voltadas à valorização do setor, de seus espaços e manifestações.
Concebido como um espaço dedicado à preservação da importância histórica, religiosa e cultural da Bíblia, o empreendimento passou por adequações ao longo dos anos. Atualmente, há tratativas para uma nova reformulação, com a indicação de que passe a ser denominado Memorial Nacional da Bíblia, reforçando o caráter nacional da iniciativa.
A obra ainda não foi iniciada e não houve pagamento referente ao contrato. O processo possui pendências documentais e aguarda providências do Governo do Distrito Federal para avançar.














