
Mesmo antes de assumir oficialmente o Governo de Rondônia, em 1º de janeiro de 2027, o governador eleito Marcos Rogério (PL) já tem seu nome associado a possíveis mudanças no primeiro escalão da administração estadual.
Nos bastidores da política rondoniense, começam a circular nomes de pessoas que poderão integrar o futuro secretariado.
Embora ainda não haja confirmação oficial das indicações, as especulações envolvem áreas estratégicas do governo, como Casa Civil, Saúde, Agricultura, Assistência Social e Segurança Pública.
Um dos nomes comentados é o de Patrícia Rigotte, esposa de Marcos Rogério e futura primeira-dama do Estado. Ela é apontada como possível escolha para comandar a Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (SEAS).
Para a Casa Civil, o nome que ganha força nos bastidores é o de Guilherme Erse, que já ocupou a chefia da pasta durante o governo de Ivo Cassol. Sua experiência na administração estadual é vista como um dos fatores que poderiam favorecer uma eventual indicação.
Na Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), um dos cotados é o deputado estadual Ezequiel Neiva. Com mandato parlamentar previsto para terminar em fevereiro de 2027, o político poderá ser aproveitado na equipe do novo governador.
Outra possível indicação envolve a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). O nome comentado é o de Marcos Vasques, ex-secretário municipal de Saúde de Vilhena, entre os anos de 2017 a 2018. Atualmente morando em Cacoal, Vasques integra a equipe de transição do governo Marcos Rogério, o que aumenta as especulações sobre sua participação na futura administração estadual.
Já para a Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), surge o nome do deputado estadual e vice-governador eleito Delegado Camargo. Nos bastidores, comenta-se a possibilidade de ele assumir o comando da pasta, considerada uma das mais importantes da estrutura governamental.
As possíveis escolhas indicam que Marcos Rogério poderá buscar uma composição que reúna nomes com experiência administrativa, atuação política e conhecimento técnico em diferentes setores do Estado.
Entretanto, até o momento, os nomes citados são tratados como especulações de bastidores, sem confirmação oficial por parte do governador eleito ou de sua equipe de transição.
A expectativa é de que as articulações políticas sejam intensificadas nos próximos meses, à medida que se aproxima a posse do novo governo, marcada para janeiro de 2027.









