quinta-feira, 07 de maio de 2026.

Advogado diz que “Nova 364 já é mais odiada que Energisa” e que senador tenta enganar rondonienses

Pedágio na BR-364 e o senador Marcos Rogério / Foto: Divulgação

O advogado Samuel Costa (PSB), pré-candidato ao Governo de Rondônia,  voltou a criticar o modelo de concessão da BR-364 e o alto custo do pedágio no estado.

Durante entrevista concedida nesta semana, Samuel afirmou que a chamada “Nova 364” já enfrenta forte rejeição popular nos primeiros meses de 2026.

Segundo ele, a ausência de reação firme da bancada política rondoniense contribuiu para o avanço do projeto sem o devido debate com a população.

“A Nova 364 conseguiu a proeza de ser mais odiada que a Energisa nesses primeiros meses de 2026. A omissão dos nossos representantes eleitos para defender os rondonienses e os interesses do Estado de Rondônia permitiu essa covardia com o povo”, declarou.

Samuel Costa também associou o aumento do custo de vida em Rondônia às tarifas consideradas elevadas em setores essenciais, como energia elétrica e transporte rodoviário. “Se já não bastasse pagarmos uma tarifa elétrica absurda, agora ganhamos o título de pagar o pedágio mais caro do Brasil. Isso é o reflexo de elegermos péssimos políticos em Rondônia”, afirmou.

Durante a entrevista, Samuel Costa elevou o tom contra o senador Marcos Rogério (PL), acusando o parlamentar de agir com “teatro político” após a consolidação do contrato da concessão da rodovia.

Segundo Samuel, Marcos Rogério tenta transferir responsabilidades e promover audiências públicas sem efeitos práticos após a conclusão do processo administrativo. “O Marcos Rogério age tentando enganar a população com audiência pública e discurso para redes sociais, fingindo que está fazendo alguma coisa agora. Antes da implementação da Nova 364 e da assinatura do contrato, dormiu e comeu mosca. Foi eleito e pago para fiscalizar, mas mostrou completa inaptidão para defender os interesses de Rondônia”, disparou. (Assista AQUI).

O pré-candidato afirmou ainda que parte da classe política rondoniense teria ignorado os alertas feitos por setores produtivos, caminhoneiros e representantes da sociedade civil antes da efetivação da concessão.

 

 

 

 

 

 

 

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