
Um adolescente foi apreendido e um jovem foi preso pela Polícia Militar em Vilhena durante uma ação contra a comercialização ilegal de cigarros eletrônicos.
O flagrante ocorreu nas proximidades de uma praça pública no centro da cidade, local monitorado por equipes policiais devido a denúncias de atividades ilícitas.
Conforme apurou a reportagem do Extra de Rondônia, os militares avistaram um adolescente demonstrando inquietação ao notar a aproximação da viatura.
Durante a verificação de seus pertences, a equipe encontrou dentro da mochila do estudante um dispositivo eletrônico de fumar (pod) e um aparelho celular.
Ao ser questionado, o estudante relatou que pretendia levar o cigarro eletrônico para a escola e consumi-lo com outros colegas.
O menor revelou ter adquirido o material por meio de um aplicativo de mensagens via transação Pix no valor de R$ 102,00 e que havia acabado de solicitar um segundo aparelho para ser entregue naquele mesmo instante.
Com o objetivo de identificar o fornecedor, a equipe acompanhou o momento do encontro, marcado para ocorrer na esquina da Avenida Capitão Castro. No local, um motociclista compareceu para efetuar a entrega do pedido.
Na abordagem ao entregador, os policiais encontraram na bolsa de entregas mais cinco dispositivos eletrônicos do mesmo modelo, uma maquininha de cartão de crédito e débito com comprovantes de pagamento, um celular e R$ 200,00 em dinheiro.
O condutor da motocicleta admitiu que realizava a venda e o transporte dos produtos ilícitos, afirmando já ter efetuado dezenas de entregas semelhantes ao longo do dia.
O homem indicou inicialmente que manteria mais estoques em sua residência, mas na checagem ao imóvel nada mais foi localizado, e ele optou por permanecer em silêncio.
A comercialização, a importação e a propaganda de todos os dispositivos eletrônicos para fumar são proibidas no Brasil por regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) devido aos graves riscos e à dependência à saúde humana.
Diante dos fatos, o adolescente e o entregador foram encaminhados à Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP) com todo o material apreendido para os desdobramentos cabíveis pela Polícia Civil.













