
A condição de Rondônia como estado de fronteira coloca a segurança pública diante de desafios que não terminam nos limites estaduais.
Para a candidata ao Senado Mariana Carvalho (Republicanos), o enfrentamento ao crime organizado precisa ser tratado como uma responsabilidade federal, com maior presença dos órgãos da União e integração entre as instituições de segurança e fiscalização.
“Quem vive na nossa fronteira precisa sentir que o Governo Federal está presente. Não dá para Rondônia enfrentar o crime organizado sem estrutura, tecnologia e integração entre as forças de segurança. No Senado, vou cobrar essa presença e trabalhar para fortalecer quem está aqui na ponta protegendo a nossa população. A fronteira de Rondônia também é fronteira do Brasil e precisa ser tratada como prioridade”, afirma Mariana Carvalho.
Uma das prioridades de Mariana é ampliar a presença federal na fronteira e dar melhores condições para quem atua diretamente no combate ao crime. A proposta inclui mais integração entre Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal e forças estaduais, com compartilhamento de informações, tecnologia, drones, sistemas de comunicação, inteligência e equipamentos adequados à realidade da região.
O enfrentamento às organizações criminosas também passa, segundo a candidata, por atingir onde o crime se sustenta: o dinheiro. Mariana defende regras mais rigorosas contra facções e o fortalecimento de mecanismos para rastrear, bloquear e confiscar patrimônio de origem criminosa. A intenção é combinar inteligência policial e financeira para chegar não apenas a quem executa os crimes, mas também às estruturas que financiam e mantêm essas organizações.
Essa proteção precisa chegar também ao campo, às famílias e aos jovens. Mariana propõe recursos e tecnologia para reforçar a segurança rural, além de ações contra golpes, fraudes, exploração sexual online e crimes cibernéticos. Na prevenção, defende educação, esporte, qualificação e oportunidades para os jovens, especialmente onde o aliciamento pelo crime encontra terreno na falta de perspectivas.









