quarta-feira, 28 de outubro de 2026.

Em carta, Flávio Bolsonaro se declara presidente, contesta eleição e promete liderar oposição dos EUA

Leia a carta divulgada pelo deputado federal reeleito Mário Frias através do instragam
Flávio Bolsonaro / Foto: Folha de São Paulo

O senador Flávio Bolsonaro (PL) se manifestou nesta quarta-feira (28) pela primeira vez após sair do Brasil para o EUA.

Em carta, ele afirmou que se dirige ao povo brasileiro como o verdadeiro presidente eleito do Brasil. “Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil”, disse no início da carta.

Fontes do PL afirmaram que não estavam cientes sobre a carta e o partido não tem nenhuma relação com a divulgação da manifestação de Flávio.

Flávio classificou a votação de domingo como “fraude eleitoral” e disse que a os votos a mais recebidos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do primeiro para o segundo turno são fruto de ilegitimidade do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin, ex-advogado do Lula.

“Na noite de domingo, vi estarrecido uma fraude eleitoral se concretizar diante dos meus olhos. A atuação ilegítima e ilegal do ex-advogado do Lula permitiu que uma impossibilidade matemática se concretizasse e Lula acrescentasse mais de 10 milhões de votos do primeiro para o segundo turno”, disse.

Ele afirmou que a decisão de Zanin em prorrogar o horário das eleições das 17h para às 19h foi uma decisão “tomada por cima da competência do TSE” e que toda a campanha da chapa de Lula teve “abuso de poder”. “Ao longo de toda a campanha, houve abuso de poder político, econômico e uso da máquina pública em favor da reeleição”, completou.

Em relação a entrega de seus passaportes à Polícia Federal (PF), Flávio disse que um “plano previamente elaborado” fez o ministro Alexandre de Moraes, do STF, pedir que o senador entregasse os passaportes pouco depois do encerramento da votação.

“Como num plano previamente elaborado, sete minutos após essa repugnante fraude eleitoral, o juiz, implicado em um imenso escândalo de corrupção, diretamente citado no inquérito que usou para tentar sequestrar meus passaportes, e que muito provavelmente estaria preso, se eles não tivessem impedido a minha posse, pôs em andamento a máquina de perseguição política do regime”, destaca.

>>> LEIA A CARTA DIVULGADA PELO ALIADO MÁRIO FRIAS (também AQUI).

 

 

 

 

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