
Servidores da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (SEDAM) exigem a aprovação do Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR) da categoria em Rondônia.
Nesta semana, um grupo de servidores fez uma manifestação pacífica, reivindicando e denunciando desigualdade salarial dentro do governo estadual.
Há possibilidade de paralisação das atividades no órgão estadual e o impacto pode chegar direto ao agronegócio.
Segundo os servidores, o reajuste pedido teria baixo impacto nos cofres públicos, mas seria decisivo para manter os serviços funcionando normalmente.
“A Sedam é responsável por serviços que sustentam a economia do estado. É o órgão que libera licenças ambientais sem as quais empresas não operam, autoriza o manejo florestal que mantém ativa a cadeia madeireira legal e concede outorgas de água fundamentais para irrigação, piscicultura e produção rural. Na prática, sem a atuação da secretaria, processos param, investimentos travam e cadeias produtivas inteiras podem ser afetadas”, explica o grupo em release encaminhado à redação do Extra de Rondônia.
Ainda, de acordo com o gripo, outra medida em discussão é a chamada “operação tartaruga”, que reduz o ritmo dos trabalhos. E isso tem efeito imediato: menos licenças, mais demora e impacto direto no setor produtivo.
O alerta já chegou à Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO). Deputados vêm destacando que a falta de valorização dos servidores pode comprometer o funcionamento da secretaria e gerar prejuízos ao desenvolvimento do estado.











