
Conforme apurou a reportagem do Extra de Rondônia, na sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, a Polícia Militar intensificou o patrulhamento tático nas proximidades de um ponto já conhecido pelo comércio e consumo de entorpecentes, no bairro Parque São Paulo, em Vilhena.
Durante a ação, dois jovens foram abordados após apresentarem comportamento suspeito com a aproximação da guarnição. Em revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado, porém, na bolsa de uma adolescente, os policiais localizaram dispositivos eletrônicos utilizados para vaporização.
A menor relatou que os produtos seriam consumidos em uma residência e informou que a aquisição havia sido feita por meio de aplicativo de mensagens, com pagamento via transferência bancária.
A equipe acompanhou a situação até o endereço indicado, onde um entregador em uma motocicleta compareceu para realizar nova entrega de material semelhante, além de outros itens.
O entregador afirmou que apenas realizava o transporte dos produtos, mas confirmou ter conhecimento da origem ilícita e indicou o local onde os dispositivos estariam armazenados.
No imóvel apontado, os policiais encontraram grande quantidade de dispositivos eletrônicos para vaporização, embalagens e outros materiais relacionados à comercialização clandestina.
No local, foi necessária a intervenção da equipe para acesso ao imóvel, e o responsável assumiu a posse dos produtos. Os envolvidos foram informados de que a comercialização e importação desse tipo de dispositivo são proibidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além dos riscos à saúde.
Diante dos fatos, os envolvidos receberam voz de prisão ou apreensão e foram conduzidos à autoridade judiciária para as providências cabíveis.
Os responsáveis legais pela adolescente não foram localizados, sendo acionado o Conselho Tutelar, que acompanhou todo o desfecho da ocorrência.











