quinta-feira, 27 de agosto de 2026.

MARIA DA PENHA: estudantes recebem orientações sobre violência doméstica em ação do MP em Vilhena

Promotor de Justiça Rodrigo Leventi Guimarães conduziu a atividade / Foto: Divulgação

Cerca de 200 alunos do ensino médio da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Álvares de Azevedo, em Vilhena, participaram de uma palestra sobre violência doméstica e familiar durante as ações do Agosto Lilás.

A atividade foi conduzida pelo Promotor de Justiça Rodrigo Leventi Guimarães, titular da 5ª Promotoria de Justiça de Vilhena.

Também houve a participação de acadêmicos das Turmas I e II do curso de Direito da Universidade Federal de Rondônia (Unir). A ação faz parte do projeto “Maria da Penha Vai à Escola”.

Durante o encontro, os estudantes e acadêmicos conheceram o significado do Agosto Lilás e receberam informações sobre a Lei Maria da Penha.

Foram abordadas as formas de violência que podem ocorrer dentro de casa ou em relações familiares: as violências física, psicológica, sexual, patrimonial, moral e vicária. A violência vicária ocorre quando o agressor usa filhos ou outras pessoas próximas para atingir ou causar sofrimento à vítima.

O Promotor de Justiça Rodrigo Leventi Guimarães conduziu a atividade, com apoio do promotor de Justiça Vinícius Basso de Oliveira, titular da 4ª Promotoria de Justiça de Vilhena.

A palestra contou com momentos de interação. Os estudantes participaram de uma dinâmica de “mito ou verdade” sobre os temas apresentados. A atividade permitiu verificar o que os alunos compreenderam sobre a violência doméstica e familiar. Ao final, foram distribuídos brindes aos participantes.

Os estudantes também receberam orientações sobre os principais canais de denúncia e sobre onde buscar ajuda em situações de violência doméstica e familiar. O projeto Maria da Penha Vai à Escola busca levar informações sobre violência doméstica para o ambiente escolar.

A proposta é ajudar crianças e adolescentes a reconhecer situações de violência e saber onde procurar ajuda. A escola é um espaço de aprendizado e também pode contribuir para a prevenção da violência. Ao conhecer seus direitos, os estudantes podem identificar situações que precisam de atenção e orientar pessoas próximas a buscar proteção.

Para os integrantes da instituição, por meio dessas ações educativas, o MPRO também leva informação à sociedade para fortalecer a proteção e o acesso à Justiça.

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