
A Comissão de Educação aprovou o PL 4588/24, de autoria do Deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO), que obriga o governo a monitorar se o uso de ferramentas digitais está, de fato, melhorando a nota e o aprendizado dos alunos ou se está apenas gerando distração.
O que será medido na prática?
A proposta de Chrisóstomo foca em indicadores reais:
Desempenho Pedagógico: Comparar se alunos que usam certas tecnologias aprendem mais rápido do que os que não usam.
Saúde Mental e Atenção: Avaliar o impacto das telas na capacidade de concentração e no comportamento dos estudantes.
Efetividade Digital: Verificar se os recursos investidos em softwares e plataformas estão trazendo retorno educacional comprovado.
O Destaque da Proposta do Deputado
O Deputado Coronel Chrisóstomo propôs que esse monitoramento não seja apenas burocrático, mas feito através de parcerias científicas entre universidades e escolas básicas. Isso garante que a tecnologia na escola seja tratada com rigor acadêmico, e não apenas como um acessório eletrônico.
Contexto Legal e Rigor
O projeto aprovado reforça a legislação atual que proíbe o celular para fins pessoais (uso em intervalos ou redes sociais), mas abre a porta para que, sob supervisão e com base nos estudos propostos pelo deputado, a tecnologia seja usada onde ela realmente funciona.
Próximos Passos
O projeto segue para as comissões de Finanças e Tributação, para avaliar custos e para a Constituição e Justiça, para avaliar a legalidade.












