
Uma suposta lista contendo nomes do futuro secretariado municipal está movimentando os bastidores políticos de Vilhena, e a repercussão não poderia ser diferente.
A questão central é: se Flori Cordeiro (Podemos) realmente decidir disputar o governo do Estado nas eleições de outubro, será preciso que ele renuncie ao mandato atual, abrindo espaço para o vice, Aparecido Donadoni (PL), assumir a prefeitura.
Enquanto Flori mantém-se na linha de frente como pré-candidato com chances reais de chegar ao Palácio Getúlio Vargas — apoiado por uma crescente força política no Estado, segundo pesquisas divulgadas na última semana —, o cenário político local começa a se transformar.
Fontes do Extra de Rondônia que tiveram acesso à suposta lista afirmam que dois dos principais secretários da administração atual estariam fora dos planos do futuro governo municipal, o que reforça o clima de incerteza e especulação.
Conforme previsto pela legislação eleitoral, os prefeitos que pretendem disputar cargos nas eleições deste ano devem deixar o comando municipal até o dia 4 de abril.
A data-limite atende ao prazo de desincompatibilização, seis meses antes do primeiro turno. No entanto, a tendência é que muitos prefeitos antecipem a saída por volta do final de março para a transição administrativa aos respectivos vice-prefeitos.
O cenário político em Vilhena está em ebulição, com o futuro do secretariado sendo alvo de palpites e estratégias pouco disfarçadas nos bastidores. A dúvida que permeia o ambiente político local é: quem realmente ficará e quem será dispensado na nova configuração administrativa? E, sobretudo, se a lista vazada reflete uma possível reestruturação de peso na máquina pública vilhenense, ou se trata apenas de especulação de corredores políticos.












