quinta-feira, 07 de maio de 2026.

Morador de Chupinguaia perde R$ 30 mil em golpe durante falsa compra de caminhonete

Estelionatário clonou aplicativo de mensagem de familiar da vítima para simular negociação
Imagem: Ilustrativa

Um morador de Chupinguaia foi vítima de um sofisticado golpe de estelionato eletrônico na última quarta-feira, 06 de maio, ao tentar adquirir uma caminhonete Ford F-250.

O prejuízo financeiro inicial foi de R$ 30 mil, valor transferido via PIX para os criminosos.

Conforme apurou a reportagem do Extra de Rondônia, a vítima, identificada pelas iniciais D., iniciou a negociação após visualizar um anúncio no Facebook.

O suposto vendedor, que se identificou como “Antônio”, afirmou que o veículo estaria em Porto Velho. Para garantir a segurança do negócio, a vítima solicitou que seu cunhado, residente na capital, fosse pessoalmente vistoriar o automóvel.

O GOLPE DA CLONAGEM

A fraude tornou-se complexa quando o golpista conseguiu clonar o aplicativo de mensagens do cunhado da vítima. A partir desse momento, o estelionatário passou a se passar pelo familiar, enviando mensagens a D., confirmando que o veículo estava em ótimas condições e que o negócio era seguro. Acreditando estar falando com seu parente de confiança, a vítima fechou a compra pelo valor de R$ 95 mil.

TRANSFERÊNCIAS E BLOQUEIO

A vítima efetuou uma primeira transferência de R$ 30 mil. Ao tentar realizar um segundo pagamento, desta vez no valor de R$ 20 mil, o sistema de segurança do aplicativo bancário não autorizou a operação. Desconfiado, o homem procurou sua agência bancária, onde foi alertado sobre a suspeita de fraude.

A instituição financeira informou que, para tentar reverter a transação ou bloquear os valores na conta de destino, era indispensável o registro formal de uma ocorrência policial.

PROCEDIMENTOS

A ocorrência foi registrada no quartel da Polícia Militar de Chupinguaia. O caso serve de alerta para a crescente modalidade de crimes no ambiente digital, onde criminosos utilizam a engenharia social e a clonagem de perfis para quebrar a confiança das vítimas.

As autoridades agora trabalham para identificar a titularidade da conta que recebeu os valores e seguir com a investigação.

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