
Reportagem publicada no início de maio revelou que a Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) em Rondônia mantinham, há mais de dois anos, uma investigação contra o prefeito de Vilhena, Flori Cordeiro, e o secretário municipal de saúde, Wagner Wasczuk Borges.
O inquérito apurava supostos desvios de recursos eleitorais e falsidade ideológica (leia mais AQUI).
Segundo documentos obtidos pelo Extra de Rondônia, a apuração contou com o depoimento de diversas testemunhas e a análise de milhares de páginas de documentos.
Contudo, o delegado da PF em Porto Velho, responsável pela presidência do caso, avaliou que não há qualquer indício do cometimento de crimes e, por isso, solicitou o arquivamento do processo. Com a decisão, o atual prefeito se vê livre das acusações.
O OUTRO LADO
Procurado inicialmente para comentar o caso, o prefeito Flori Cordeiro havia alegado apenas que estava em descanso de final de semana. No entanto, nesta segunda-feira, 25, a reportagem do site entrou em contato novamente para que ele apresentasse sua versão dos fatos.
O chefe do Executivo municipal declarou que considera normal a existência de investigações envolvendo autoridades públicas, mas aproveitou para alfinetar seus adversários: “a oposição política fica torcendo e criando fatos toda semana, daí não acontece nada e eles ficam com cara de tacho”.














