O primeiro programa eleitoral de Dr. Fernando Máximo no rádio e na televisão, exibido nesta sexta-feira (28), levou para o debate um dos problemas mais sentidos por quem depende da saúde pública: a demora no atendimento. Médico e ex-secretário de Estado da Saúde, Máximo usou sua experiência profissional para falar sobre o impacto que uma fila pode ter na vida de pacientes e famílias.
Para quem está doente, o tempo tem outro significado. A espera por uma consulta, um exame ou, principalmente, por uma cirurgia pode representar dias de dor, agravamento do quadro e ansiedade para toda a família.
O tema tem relação direta com a trajetória do candidato ao Senado pelo PL, pela coligação Juntos por Rondônia. Antes de entrar para a vida pública, Dr. Fernando Máximo atuou por quase dez anos como cirurgião em hospital público. Foi nesse ambiente que conheceu a realidade de quem depende do sistema público de saúde e enfrenta filas para conseguir atendimento.
“Quem trabalha em hospital aprende a ler o corredor. Aprende a entender as pessoas. Pelo jeito que ela te olha, você já sabe há quanto tempo ela está esperando”, explicou o Dr. Fernando Máximo.
A experiência marcou sua passagem pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), período que incluiu o enfrentamento da pandemia de Covid-19, quando a rede pública precisou ampliar leitos, organizar atendimentos e responder a uma das maiores crises sanitárias já enfrentadas pelo Estado. Na gestão, participou de ações voltadas à ampliação dos atendimentos e à redução de filas em diferentes especialidades. Entre elas está o Enxerga Rondônia, que levou procedimentos oftalmológicos a milhares de pacientes, incluindo pessoas que aguardavam anos por uma cirurgia.
Mas os números das filas ganham outro significado quando se conhece a história de quem está esperando. Em Porto Velho, a dona de casa Maria Luiza acompanhava a filha de cinco anos, que aguardava na fila por um procedimento cirúrgico. Com o passar dos dias, o quadro da menina se agravava e aumentava a preocupação da família.
“Foram dias de muita angústia. Eu via a situação da minha filha se agravando e não sabia mais o que fazer, porque a cirurgia não acontecia. Quando o doutor Fernando Máximo disse que iria fazer o procedimento, foi como se uma esperança voltasse para nossa família. Naquele momento, o que a gente mais precisava era de uma solução”, desabafou.
Para o médico, casos como esse mostram que a espera não pode ser tratada apenas como uma questão de fila ou burocracia. Há situações em que o tempo interfere diretamente na saúde do paciente e aumenta a preocupação de toda a família.
Como deputado federal, Dr. Fernando Máximo tem destinado recursos para a saúde dos 52 municípios de Rondônia e participado de ações voltadas à ampliação do acesso da população a consultas, exames e procedimentos.
É dessa experiência que vem uma das frases que resumem sua visão sobre o tema: “A espera por atendimento dói na gente também, porque o maior problema da saúde de Rondônia não é só a doença, é a demora”, destacou.
A história de Maria Luiza ajuda a mostrar o que existe por trás de uma fila. Não é apenas um nome em uma lista ou um número em um sistema. É uma família esperando, uma criança precisando de atendimento e uma rotina que fica suspensa até que o procedimento aconteça.
Ao levar o tema para o horário eleitoral, o Dr. Fernando Máximo coloca em discussão uma realidade conhecida por muitos rondonienses: o tempo entre precisar de atendimento e, finalmente, conseguir ser atendido.
“Na saúde pública, tempo também é cuidado. E, para quem precisa de uma cirurgia, muitas vezes, não existe nada mais urgente do que deixar de esperar”, finalizou Dr. Fernando Máximo.











