
O Cone Sul de Rondônia está diante de uma escolha importante nas eleições deste ano.
Há mais de 15 anos, a região não elege um deputado federal para representar diretamente seus municípios na Câmara dos Deputados.
Em 2026, Ederson Deiró, candidato pelo Republicanos, coloca seu nome à disposição dos eleitores como uma opção para ocupar esse espaço e levar as demandas do interior de Rondônia a Brasília.
A candidatura ganha relevância em um cenário no qual a região precisa voltar a discutir sua representatividade política em nível federal. Vilhena e os demais municípios do Cone Sul possuem demandas específicas nas áreas de saúde, infraestrutura, produção rural, logística e desenvolvimento econômico, que precisam de espaço nas decisões tomadas em Brasília.
Para Ederson Deiró, a representação do interior deve partir do conhecimento da realidade de quem vive nos municípios. A proposta é construir um mandato próximo da população e trabalhar pela destinação de recursos e pela defesa de medidas que contribuam diretamente para o desenvolvimento regional.
A região também vive um momento de redefinição do cenário eleitoral. Com a saída da disputa de um nome que vinha sendo considerado uma possibilidade para representar o Cone Sul, a eleição passa a exigir ainda mais atenção dos eleitores que desejam contar novamente com um deputado federal identificado com a região.
Ederson defende pautas como o fortalecimento da saúde regionalizada, investimentos em infraestrutura e logística, apoio ao produtor rural e ações voltadas à geração de emprego e renda. São temas que, segundo o candidato, precisam estar presentes nas discussões do Congresso Nacional e receber atenção compatível com a importância econômica e social do Cone Sul.
A eleição deste ano representa, portanto, uma oportunidade para a região discutir novamente sua presença na Câmara Federal. Depois de mais de uma década e meia sem um deputado federal eleito diretamente pelo Cone Sul, Ederson Deiró apresenta seu nome como uma alternativa para os eleitores que entendem que a região precisa ter uma voz própria em Brasília.














