O acesso a serviços de saúde de média e alta complexidade ainda é um dos principais desafios enfrentados pela população do Cone Sul de Rondônia. Para Ederson Deiró, candidato a deputado federal, a regionalização da saúde precisa ser tratada como uma prioridade para garantir que os moradores tenham atendimento cada vez mais próximo de suas cidades, reduzindo a necessidade de deslocamentos para outras regiões do estado.
A proposta parte de uma realidade enfrentada diariamente por pacientes e famílias que precisam viajar para conseguir consultas especializadas, exames, cirurgias e outros procedimentos que não estão disponíveis em seus municípios. Além dos custos, os deslocamentos representam desgaste físico e emocional, especialmente para pessoas que precisam de acompanhamento contínuo ou estão em situações de maior vulnerabilidade.
Nesse cenário, o papel de um deputado federal vai além da destinação de recursos. Segundo Ederson Deiró, é necessário atuar na articulação com o Governo Federal para ampliar investimentos, fortalecer a estrutura existente e buscar políticas que permitam ao Cone Sul oferecer uma rede de atendimento mais completa e integrada. “Regionalizar a saúde significa olhar para quem está no interior e garantir que essa pessoa tenha o direito de ser atendida com dignidade, sem precisar percorrer centenas de quilômetros para conseguir um tratamento. O Cone Sul precisa ter estrutura, profissionais e investimentos compatíveis com a sua população”, afirma Ederson Deiró.
A defesa da regionalização também envolve o fortalecimento dos hospitais e unidades de referência da região, além da ampliação de serviços especializados. A ideia é criar condições para que os municípios trabalhem de forma integrada, evitando a concentração de atendimentos em poucas cidades e dando mais eficiência aos recursos públicos destinados à saúde.
Para Ederson Deiró, levar essa discussão para Brasília é uma forma de aproximar as decisões nacionais das necessidades de Rondônia. A atuação parlamentar, segundo ele, deve buscar recursos e articulação para que o Cone Sul tenha uma saúde pública mais estruturada, acessível e capaz de atender a população sem que o paciente precise sair de sua região em busca de atendimento.














