
O ex-prefeito da capital e candidato ao Governo do Estado (Federação União Progressistas), Hildon Chaves, afirmou que está “pronto para cuidar da população de Rondônia e para governar o Estado”.
A declaração foi dada nesta terça-feira (15), durante o programa “Conexão Rondônia ao Vivo TV”, do jornalista Ivan Frazão, de Porto Velho.
“Assim como resolvemos problemas considerados insolúveis em nossa capital, faremos o mesmo nos quatro cantos de Rondônia”, disparou. “Temos experiência de sobra nos dois pilares de governo que considero essenciais: gestão administrativa de qualidade e combate incessante à corrupção”.
Hildon possui uma trajetória que inspira respeito, mesmo entre seus adversários políticos. Empresário de sucesso no ramo educacional, com mais de 25 anos de experiência na iniciativa privada; promotor de Justiça, com um longo histórico de combate à corrupção e à criminalidade no Estado; prefeito da capital durante oito anos, encerrados com aprovação histórica, por mais de 70% da população.
“Temos candidatos que se apresentam para cargos de gestão sem nunca terem administrado nada”, denunciou Hildon. “Pode ser que algum deles tenha uma sorte danada e as coisas corram bem, mas como se trata de gente inexperiente, é provável que venha dar muito ruim”, ironizou. “Uma coisa é eleger um deputado ou até um senador ruim, outra bem diferente é escolher um governador ou um presidente incapaz, porque nesse caso a tragédia será inevitável”.
Caso seja eleito, Hildon Chaves confirmou que irá resolver mais um problema insolúvel de Porto Velho: a construção do novo hospital João Paulo II. “Nosso compromisso é realizar essa obra em dois anos e meio. A população pode estar absolutamente segura de que faremos, porque nós já fizemos outras obras consideradas impossíveis na capital”.
Hildon fará o hospital pelo sistema BTS, que é uma espécie de aluguel por 20 ou 30 anos. “O fórum da capital foi construído assim. Enquanto o novo hospital estiver em construção, com recursos exclusivos da iniciativa privada, nós teremos recursos e tempo suficientes para fazer o “enxoval” do hospital, ou seja, comprar todos os equipamentos, o mobiliário, fazer as aquisições necessárias”.
O candidato declarou também que “não vai ter inauguração de pedra fundamental, como alguns fizeram no passado recente. Eu não trabalho assim. A população cansou de ser maltratada, de ficar sacolejando pelas estradas dentro de uma ambulância, de esperar semanas, meses, até anos por um atendimento. Se o presidente da República ou qualquer autoridade visitar a nossa capital hoje e tiver uma emergência médica, terá que ser atendido no hospital de referência, que é o João Paulo II. Nossa missão será dar a mesma qualidade de atendimento para todos os nossos cidadãos”.















