
À frente da Sesdec durante aquele período, Felipe Vital participou da condução das estratégias de resposta à ofensiva criminosa, defendendo a integração das forças policiais e o investimento em inteligência e tecnologia.
Meses depois, durante a Operação Escudo, o então secretário destacou publicamente justamente a união entre as forças policiais, o emprego de helicópteros e o trabalho dos núcleos de inteligência como elementos importantes para chegar aos suspeitos dos ataques de janeiro.
Na mesma ocasião, o delegado-geral da Polícia Civil afirmou que a investigação utilizou policiais e tecnologia para identificar os envolvidos. (Governo do Estado de Rondônia)
A atuação naquele período ganha agora um novo capítulo com as condenações judiciais. A resposta construída durante a crise, seguida pelas investigações e operações realizadas ao longo de 2025, culminou na responsabilização judicial de dezenas de envolvidos.
O resultado também coloca em evidência uma característica defendida por Vital durante sua passagem pela Segurança Pública: o enfrentamento ao crime organizado baseado não apenas no policiamento ostensivo, mas também em informação, inteligência, tecnologia, integração institucional e planejamento estratégico.
Hoje, Felipe Vital disputa uma vaga na Assembleia Legislativa de Rondônia. Para seus apoiadores, a condenação dos envolvidos nos ataques representa também o desdobramento de um trabalho iniciado ainda durante sua gestão à frente da Segurança Pública, quando o Estado precisou responder rapidamente à tentativa de disseminação de medo e violência.
A sentença, por sua vez, representa a etapa judicial do processo: quem participou dos ataques passou a responder formalmente perante a Justiça, encerrando mais um capítulo de uma das principais crises de segurança registradas em Rondônia em 2025.














