segunda-feira, 05 de janeiro de 2026.

PM desmantela ponto de venda de drogas no bairro Jardim Primavera em Vilhena

Imóvel estava sendo monitorado após denúncias de intensa movimentação de usuários
Todos os envolvidos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis

Na sexta-feira, 2 de janeiro de 2026, a Polícia Militar recebeu informações sobre uma intensa movimentação de usuários de drogas entrando e saindo de uma residência localizada na Avenida Jasmim, no bairro Jardim Primavera, em Vilhena.

Diante da denúncia, o local passou a ser monitorado e, durante patrulhamento, os militares visualizaram um homem apontado como usuário contumaz de entorpecentes, saindo do imóvel.

A guarnição realizou a abordagem do suspeito na Rua Sergipe, no bairro Industrial Novo Tempo. Em revista pessoal, foi localizado em um dos bolsos de suas vestes um aparelho celular da marca Samsung, a quantia de R$ 35,00 em dinheiro, duas garrafas plásticas de bebida alcoólica e um invólucro contendo uma pedra aparentando ser crack.

Questionado, o abordado confessou ser dependente químico e afirmou ter adquirido a droga pelo valor de R$ 30,00.

Na sequência, os policiais realizaram incursão na residência denunciada, onde encontraram um casal. Ao perceberem a aproximação da equipe, ambos mantiveram comportamento considerado normal. A mulher se identificou como esposa do proprietário do imóvel e autorizou a entrada dos militares.

Durante a revista no local, foram encontradas uma balança de precisão, 18 porções de crack embaladas e prontas para comercialização, além de R$ 100,00 em dinheiro, possivelmente proveniente da venda de entorpecentes.

Em outro cômodo da casa, dentro do forno de um fogão, os policiais localizaram fragmentos de pedra de crack, totalizando aproximadamente 21 gramas, acondicionados em plástico transparente com fecho hermético, três porções de maconha, outra balança de precisão, dois aparelhos celulares — um Samsung e um Motorola — e uma máquina de cartão.

A mulher afirmou não ser proprietária das drogas, declarou ser apenas companheira do dono do imóvel e disse desconhecer a prática de tráfico por parte dele. No entanto, ao serem ouvidos separadamente, os envolvidos apontaram o proprietário da residência como responsável pelo ponto de venda de drogas.

Posteriormente, o dono do imóvel, que cumpre pena em regime aberto, assumiu que havia adquirido cerca de 30 gramas de crack de uma pessoa desconhecida nas proximidades de um mercado, com a intenção de comercializar a substância. Em relação às aproximadamente seis gramas de maconha encontradas no local, ele afirmou que seriam destinadas ao consumo próprio.

Diante dos fatos, todos os envolvidos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.

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