quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026.

Maior crítico da privatização da Hidrovia do Madeira, Jaime Bagattoli comemora a suspensão do decreto

Senador liderou, desde o início, os esforços para impedir que a concessão da hidrovia avançasse
Senador Jaime Bagattoli (PL)

Uma das grandes preocupações para a economia de Rondônia, a privatização da Hidrovia do Madeira acabou suspensa após muita pressão de diversos setores dos estados afetados.

Em Rondônia, um dos maiores críticos da privatização, o senador Jaime Bagattoli (PL), já havia adiantado, no fim do ano passado, que a Antaq não seguiria com os estudos de privatização da hidrovia.

“Em dezembro eu já havia dito que estava fora de cogitação a concessão da Hidrovia do rio Madeira. Agora, não só ela está suspensa como também as hidrovias do Tapajós e Tocantins, ambas no Pará. Se seguisse, a privatização traria mais custos aos produtores e ao consumidor final”, declarou.

Ao longo do último ano, Bagattoli liderou uma série de esforços para impedir que a concessão da hidrovia avançasse. O trabalho incluiu reuniões diretas com a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), com a Bancada Federal de Rondônia e com exportadores e produtores do estado.

“Há dois anos que eu já venho falando das consequências de se privatizar a hidrovia do Madeira. A maioria dos portos hoje já são da iniciativa privada, logo não vemos vantagem para o exportador e a população em privatizar a nossa hidrovia, que já é a mais consolidada da região Norte. Vamos fazer o máximo possível para não por mais esse custo em cima do povo de Rondônia”, declarou o senador na época.

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