
A forma como os controladores de acesso se comunicam com pacientes e colegas foi o ponto central da palestra promovida pelo Grupo Chavantes, realizada para controladores de acesso do Hospital Regional de Vilhena, da UPA e do Instituto do Rim.
Um especialista convidado, vindo de São Paulo para a palestra, ressaltou que a linguagem verbal e não verbal é determinante para transmitir segurança e acolhimento dentro das unidades de saúde e que no final, a empatia e humanização do atendimento são o grande propósito.
O palestrante Bruno Roberto Manoel apresentou exemplos práticos como o uso de frases simples e humanizadas em vez de termos técnicos, o tom de voz educado e assertivo, além da postura corporal que deve demonstrar atenção e respeito.
Segundo ele, a comunicação precisa ser clara e cordial, evitando gestos bruscos ou expressões que possam gerar desconforto nos pacientes ou acompanhantes que já estão sensibilizados com o problema de saúde.
Após abordar a importância da linguagem, o encontro destacou outros aspectos fundamentais para o desempenho da função. Entre eles, a política de “Adornos Zero”, mantida pelo Grupo Chavantes, que reforça a necessidade de aparência adequada e roupas alinhadas, a postura profissional que inclui não permanecer encostado nas catracas, a pontualidade e a cordialidade no trato com colegas e usuários.
O especialista lembrou que o controlador de acesso é muitas vezes o primeiro contato do paciente ou familiar com a unidade de saúde, e por isso, sua atuação influencia diretamente na percepção de qualidade e na confiança nos serviços prestados.
A iniciativa do Grupo Chavantes buscou valorizar o papel desses profissionais, mostrando que sua presença vai além da função operacional: trata-se de uma atividade estratégica para garantir organização, segurança e humanização no atendimento hospitalar.













