Durante entrevista na rádio Clube Cidade de Ji-Paraná, nesta segunda-feira (27), o pré-candidato ao Senado pelo PL, Bruno Bolsonaro Scheid, reforçou que será parlamentar de todos os rondonienses, seja aqueles que votarem ou não votarem nele nas eleições de outubro.
“Pra quem está na fila do hospital municipal hoje [de Ji-Paraná], não tem uma carteirinha para quem é de direita ou de esquerda. O dinheiro já é do povo, tem que chegar para todo mundo. A gente é ideológico em quê? Na ideologia de gênero, no combate ao crime organizado, contra o aborto. São as pautas que somos contra”.
Ele prosseguiu: “Tem gente que é petista que diz que vai votar em mim. Eu não acredito nisso, pois eu vou combater essa quadrilha do PT, que está lá em Brasília, acabando com o país, inclusive com a vida desse petista. Ele não sabe disso. Mas eu serei senador de todos os rondonienses, inclusive os petistas”.
Outro ponto importante abordado na conversa foi a violência utilizada por supostos movimentos sociais apoiados pelo PT, como a Liga dos Camponeses Pobres (LCP) e o Movimento dos Sem-Terra (MST).
“Em 2018, vivi uma situação que eu quero que não aconteça com ninguém. Fui vítima de cárcere privado, fui amarrado e vivi um terror na minha fazenda, produtiva, com funcionários. Então, quando estiver em Brasília, lutarei por leis para punir esses movimentos criminosos, que têm apoio do PT. Usam de violência extrema em nome da reforma agrária. Isso não existe”, pontuou Bruno Bolsonaro Scheid.
Para encerrar, ele quer que a segurança pública seja cada vez mais valorizada para enfrentar a crimininalidade.
“Nossos policiais militares e civis são bastante preparados. Inclusive eu acho que são as melhores corporações do país. Falta investimento em armamento, infraestrutura e salários dignos. Como é que vão enfrentar facções criminosas na cidade ou esses movimentos ditos sociais no campo? Não há condições. Temos que punir sim! Não tem que passar a mão na cabeça de bandido”.














