sexta-feira, 24 de abril de 2026.

Santa Casa rebate e diz que vereador esquece responsabilidade no caos da Saúde que obrigou prefeito a terceirizar serviço em Vilhena

Para entidade, a crítica é legítima, mas não pode ser usada como cortina de fumaça para apagar o passado

Presidente do Grupo Chavantes, Leticia Bellotto Turim, em visita do Tribunal de Contas do Estado ao Hospital Regional de Vilhena / Foto: Assessoria

Através de sua assessoria, a Santa Casa rebateu declarações do vereador Celso Machado (PL), presidente da Casa de Leis, durante a última sessão ordinária (leia mais AQUI).

O release lembra que o parlamentar foi diretor clínico do Hospital Regional (HR) justamente no período em que o decreto reconhecendo o caos na saúde municipal foi publicado.

Para a Santa Casa, o vereador tenta desviar o foco de sua responsabilidade direta na crise que assolou Vilhena.

>>> LEIA A RESPOSTA ABAIXO:

 

Vereador ataca Santa Casa, mas esquece sua própria responsabilidade no caos da saúde que obrigou o prefeito a terceirizar em regime de urgência o serviço em 2023

 

Em mais uma lamentável recente manifestação pública, o vereador Celso Machado, utilizou termos ofensivos contra a Santa Casa, acusando a instituição de falhas na gestão da saúde e de suposta falta de medicamentos.

O tom agressivo, no entanto, contrasta com o papel que o próprio parlamentar desempenhou no passado: ele foi diretor clínico do Hospital Regional justamente no período em que o decreto reconhecendo o caos na saúde municipal foi publicado, mas nunca tornou público, na época, nenhuma das mazelas sob sua direção, que causaram a medida urgente em 2023.

Naquela época, sob sua direção, práticas como a permissão indiscriminada de horas extras, falta constante de medicamentos e a ausência de controle administrativo contribuíram para o colapso do sistema. Foi diante desse cenário que a Santa Casa foi chamada a assumir a gestão, com a missão de reorganizar o atendimento e devolver dignidade à população vilhenense.

Ao atacar a instituição com palavras de baixo nível, o vereador tenta desviar o foco de sua responsabilidade direta na crise que assolou Vilhena. A verdade é que a Santa Casa não veio para criar problemas, mas para corrigir os que já existiam — muitos deles originados na gestão clínica que o parlamentar comandava. O próprio vereador já manifestou inúmeras vezes, de forma oficial – da tribuna da Câmara, que considera 90% positiva a atuação da Santa Casa e sabe que as questões pontuais que surgem, são reflexo da falta de repasses totais, de acordo com o que determina o contrato.

Hoje, a instituição enfrenta uma espécie de “campanha” para ser retirada de Vilhena, por pessoas que não conseguiram se beneficiar de forma ilícita ou tiveram seus interesses contrariados por uma instituição apolítica, que preza por princípios norteadores que a trouxeram até aqui em mais de trinta projetos espalhados pelo país.

A crítica política é legítima, mas não pode ser usada como cortina de fumaça para apagar o passado. O caos na saúde de Vilhena não nasceu com a Santa Casa. Ele foi gestado sob a direção de quem agora acusa, esquecendo que contribuiu de forma direta e hoje, apesar de reconhecer 90% positivos os resultados da Santa Casa em Vilhena, faz dos 10% que critica, uma bandeira de guerra para autopromoção política.

A postura adotada pelo vereador revela não apenas falta de decoro parlamentar, mas também ausência de educação e ética ao dirigir ataques contra uma instituição que só vem contribuindo com as soluções para a saúde de Vilhena.

 

 

Compartilhe:
error: Cópia de conteúdo não autorizada!!!!