sábado, 10 de janeiro de 2026.

Com contrato até 31 de janeiro, Santa Casa enfrenta “chuva” de questionamentos por atraso salarial e boatos de crise financeira em Vilhena

Em novo vídeo, presidente da Câmara diz que prefeito e secretário devem “apertar” entidade para honrar pagamentos
Hospital Regional de Vilhena / Foto: Divulgação

Os últimos acontecimentos envolvendo a denúncia de demora de pagamentos de médicos e fornecedores do Hospital Regional e da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) têm gerado desgaste na gestão da Santa Casa de Chavantes, administradora  da saúde municipal, em Vilhena (leia AQUI).

Em mais um vídeo divulgado nesta quinta-feira, 8, o presidente da Câmara de Vilhena, Celso Machado (PL), destacou o trabalho do prefeito Flori Cordeiro (Podemos) pelo compromisso com o servidor público municipal, já que todos receberam seus salários e benefícios até o final de 2025.

A manifestação do parlamentar acontece após Flori usar as redes sociais condenando a suposta disseminação de fake news.

Para Machado, entretanto, as declarações do mandatário municipal não seriam direcionadas à ele. “O prefeito Flori – nosso aliado e companheiro – está totalmente correto. A prefeitura não deve nada para nenhum funcionário. Agora, a prefeitura está fazendo o repasse também à Santa Casa, e é a Santa Casa que não está pagando os médicos e fornecedores”, esclareceu.

Contudo, Machado disse que “o prefeito e o secretário poderiam ‘apertar’ a Santa Casa de Chavantes para fazer esses pagamentos” (assista ao vídeo AQUI).

CONTRATO VÁLIDO E BOATOS

Conforme informado pela prefeitura de Vilhena, a Santa Casa de Chavantes tem contrato válido até 31 de janeiro de 2026, podendo ser posteriormente prorrogado até 31 de julho de 2026, o que dependerá da aprovação do Governo do Estado (leia mais AQUI).

Enquanto isso, a instituição enfrenta um momento delicado, marcado por questionamentos públicos sobre atrasos salariais e boatos acerca de uma possível crise financeira.

Em recente nota, a Santa Casa afirmou que os atendimentos ocorrem normalmente, mas omitiu mencionar a respeito do atraso salarial de médicos e fornecedores em Vilhena (leia mais AQUI).

 

 

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